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Cláudio Loetz

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Claudio Loetz é um dos mais renomados colunistas de economia do Sul do Brasil. Com textos analíticos e informativos, é a principal fonte de informação para os interessados em negócios em Joinville e região.

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Empresa joinvilense expande investimentos no exterior

Por Loetz

24/02/2018 - 13h13

A Pollux, de Joinville, atua em três frentes: automation, robotics e digital. A empresa expande seus negócios de forma intensa, amparada pelo crescimento de negócios da indústria automotiva. Fabrica máquinas conectadas a análises automáticas de dados, análise preditiva, inteligência artificial.  A linha de montagem de máquinas é intimamente  ligada à expansão da economia. 95% dos fabricantes da indústria mundial do setor automotivo são do exterior. Isso explica o olhar da companhia para o mercado externo. Em 2017 fechou negócio relevante com a Argentina. Mas o maior projeto é com cliente do México.  Neste mercado, as oportunidades da Pollux são muito boas porque o México importa tudo e a competição é com concorrentes do Japão, Estados Unidos e Alemanha. Lá temos vantagens competitivas, afirma o CEO da companhia.  A Pollux vai iniciar a operação no México no segundo trimestre deste ano -  entre abril e maio. A entrada naquele mercado s dará em três fases. Este projeto comercial será viabilizado mediante exportação de tecnologia.   A primeira etapa, ainda neste ano, será via produção de linhas em Joinville, com consequente exportação para lá. A etapa seguinte, no próximo ano, terá os projetos feitos em Joinville e produção já na futura unidade mexicana. A fase final é a Pollux ter uma subsidiária completa no país da América do Norte em 2020.  Leia todas as publicações de Claudio Loetz

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Joinville registra diminuição nos projetos de construção em 2017

Por Loetz

23/02/2018 - 09h39

Números oficiais revelam: 2017 foi o ano com a menor metragem quadrada de projetos de construção aprovados pela Prefeitura de Joinville desde 2008. No ano passado, a unidade da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), que cuida do assunto, aprovou apenas 723.891 m², referentes a 1.372 projetos imobiliários de diferentes perfis e tamanhos. Em 2007, foram 647.308 m², distribuídos por 1.666 iniciativas. O dado do ano passado é, ainda, inferior aos 797.860 m² da área total aprovada em 2016 e bem distante do aproximadamente 1 milhão de m², que tem sido, praticamente, a média anual do período, que vai de 2008 a 2015. Antes do recuo havido no último biênio.

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Instalação de parque tecnológico em Joinville repercute intensamente

Por Loetz

22/02/2018 - 10h02

A informação publicada ontem, pela coluna, com exclusividade, sob o título “Nasce a Ágora Tech Park”, repercutiu com muita intensidade entre empresários do setor de tecnologia. Bem cedinho, em menos de uma hora, dezenas de participantes de grupo de WhatsApp identificados com atividades focadas em inovação e desenvolvimento de produtos e serviços, se manifestaram. Entre aplausos e comentários elogiosos à iniciativa do Perini Business Park e Prefeitura, uma pergunta se impôs: que tipo de empresas poderão se instalar lá? Só startups ou empresas estabelecidas? Escritório de advocacia especializado em TI pode? Quando serão conhecidas as empresas selecionadas?

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Empresários se agitam com notícia do Ágora Tech Park

Por Loetz

21/02/2018 - 13h23

A informação da coluna "Nasce a Ágora Tech Park", publicada na edição de quarta-feira, dia 21, repercutiu com muita intensidade entre empresários do setor de tecnologia. Bem cedinho, em menos de uma hora, 21 participantes de grupo de Whataspp identificados com atividades focadas em inovação e desenvolvimento de produtos e serviços, se manifestaram. Entre aplausos e comentários elogiosos à iniciativa do Perini Business Park e Prefeitura, uma pergunta se impôs: - que tipo de empresas poderão se instalar lá? Só startups ou empresas estabelecidas? Escritório de advocacia especializado em TI pode? Quando serão conhecidas as empresas selecionadas? Não foi só: empreendedores vinculados a outro grupo da mesma rede social, onde se debatem ideias e negócios e promoção de congresso empresarial, também se agitou com a notícia. Estes dois exemplos retratam com clareza a realidade local: há muita gente só esperando um sinal mais forte, vindo de organizações devidamente credenciada e com força para liderar esse tipo de causa, e de ampla credibilidade para dar início e/ou consolidar projetos e empreendimentos vocacionados a modificar, no médio prazo, o modelo econômico e produtivo do município. Sim, dezenas de investidores estão super ansiosos por um espaço adequado de criação e expansão  de empresas em Joinville. Diante de tanta repercussão positiva, a coluna perguntou e o Perini Business Park esclareceu: - Poderão se candidatar a participar do Ágora Tech Park incubadoras, startups, aceleradoras, empresas de tecnologia (software houses,hardware e buildings); coworkings, laboratórios, centros de pesquisa, falabs, extensões de ensino e pesquisa e quaisquer outras  atividades relacionadas à tecnologia e inovação, como escritório de advocacia especializado em TI.  No dia 28, quando do lançamento do concurso para arquitetos, serão conhecidos mais detalhes.

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Nasce o Ágora Tech Park

Por Loetz

21/02/2018 - 10h53

No dia 28 será lançado o concurso para desenvolver o projeto arquitetônico de implantação e o prédio inaugural do Ágora Tech Park – parque tecnológico a ser instalado em uma quadra de 70 mil m² no Perini Business Park, em frente à nova sede da UFSC. O resultado do concurso deverá ser conhecido no final de maio, e as obras devem ficar prontas ainda neste ano.

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Iniciada em junho de 2015, obras do prédio multidisciplinar da Udesc estão com 55% do cronograma concluído

Por Loetz

20/02/2018 - 15h16

As obras do prédio multidisciplinar (bloco I) da Udesc de Joinville estão com 55% de seu cronograma físico feitos. A ordem de serviço foi dada em 12 de junho de 2015, há 32 meses. Prosseguem os trabalhos de alvenaria interna e externa, paralelamente ao revestimento das fachadas. A previsão é de que a obra seja entregue no segundo semestre deste ano. O prédio, com 7,5 mil m², recebe investimento de R$ 12,3 milhões do governo do Estado. Com sete andares, a edificação contará com auditório para 173 lugares, biblioteca de 1.500 m², 25 salas de aula e quatro laboratórios de informática.  PIB O Indicador de Atividade Econômica do Banco Central, espécie de prévia do PIB, cravou alta de 1,3% de crescimento no ano passado, e isso sinaliza para uma boa notícia: a expansão da riqueza nacional em 2017 deverá registrar alta superior a 1%.  Convênio O BRDE e o Sebrae assinam convênio hoje para prestação de garantias de crédito aos pequenos negócios derivadas das linhas de empréstimo. O banco vai conceder R$ 92,1 milhões em financiamentos mediante fundo de aval para micro e pequenas empresas e pode garantir até 80% do valor, de acordo com o porte das empresas – microempreendedor individual, microempresa e empresa de pequeno porte) – e a modalidade de crédito. Leia todas as publicações de Claudio Loetz

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Pequenas empresas estão otimistas neste início de ano

Por Loetz

20/02/2018 - 10h43

As pequenas empresas catarinenses estão mais otimistas neste início de ano em comparação com o ano passado, revela pesquisa do Sebrae. As expectativas positivas cresceram 9,5% em relação ao trimestre anterior. O índice da situação atual (46,01 pontos) teve melhora de 4,98 pontos quando comparado com o ano anterior. É o maior índice das 13 medições registradas. O aumento nas compras (6,20 pontos) e nas vendas (4,95 pontos) foi determinante. O índice de expectativas para o primeiro trimestre de 2018, de 46,66 pontos, também apresentou melhora, subindo 4,59 pontos. Cresceu 3% o número de pequenos negócios motivados a investir: agora, já são 20% do total dos entrevistados.  O dado não tão bom é a percepção de persistente queda de pessoas ocupadas: para o final de março, segue o histórico de queda, com recuo de 0,32 ponto percentual. Leia todas as publicações de Claudio Loetz

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Ajorpeme quer parcerias público-privadas para o Centreventos e para a rodoviária

Por Loetz

20/02/2018 - 02h01

Em reunião realizada ontem, a Ajorpeme pediu ao prefeito Udo Döhler a criação de parcerias público-privadas para concessão à iniciativa privada de áreas como o Centreventos Cau Hansen, o Expocentro Edmundo Doubrawa e o terminal rodoviário de Joinville no mesmo modelo do já realizado com a Expoville. Também deseja a regulamentação do serviço de transporte turístico e a criação de mecanismo de compensação do uso da água que equilibre os valores pagos em meses de menor consumo com aqueles de maior demanda. Garantia de vagas A entidade quer, ainda, a realização de estudos para otimizar os custos com o Hospital São José por meio da contratação de empresa ou organização social especializada na administração de instituições de saúde. Pede, também, o acesso a vagas de educação infantil para crianças carentes, por meio de compra de vagas junto às instituições de ensino da rede privada, bem como a garantia de repasse de mensal de valores a título de anuidade. Movimentações Se o empresário Flávio Rocha é o novo ensaio do centro para se contrapor ao PT nas eleições presidenciais, Geraldo Alckmin busca um dos criadores do Plano Real, Pérsio Arida, para ser o formulador de sua política econômica. Guerras modernas Paulo Eli (foto), 34 anos de trabalho no Fisco estadual, assume a Secretaria da Fazenda do governo do Estado de Santa Catarina hoje: – As guerras modernas são travadas no campo econômico.  Tem toda a razão. Exatamente por isso, é essencial acompanhar como se dão as trocas de interesses entre a iniciativa privada e o poder público. 

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Pollux dobra negócios e se expande para o México

Por Loetz

19/02/2018 - 14h13

O ano começou com boas expectativas para Pollux, empresa joinvilense de tecnologia industrial referência em inovação. Com companhias de todos os portes e área de atuação percebendo a urgência da transformação digital e investindo em indústria 4.0, a Pollux viu o volume de negócios - novos pedidos e contratos - aumentar 93% em 2017 em comparação com o ano anterior. Neste cenário, estima um 2018 ainda mais promissor, com as áreas de Robotics e Digital crescendo mais de 100%, Automation em cerca de 30%, e a expansão da empresa para fora do País. O primeiro passo será no México.  – Percebemos uma mudança importante na percepção das empresas em geral. Em janeiro de 2017 tínhamos que buscar novos contratos, hoje, as empresas estão nos procurando.  2018 será o ano da arrancada, destaca o CEO da Pollux, José Rizzo. A conjuntura positiva do mercado reflete diretamente na empresa, que já está trabalhando a sua internacionalização.  – É bom ver como os casos de sucesso em projetos complexos que desenvolvemos para multinacionais aqui no Brasil fizeram com que estas companhias nos reconhecessem como fornecedores globais. Daí a necessidade de ter unidades internacionais e estamos começando pelo México. Hoje a Pollux tem mais de 150 robôs colaborativos em operação no Brasil, sendo 78% em grandes companhias e 22% em pequenas e médias. O setor automotivo é o mais adiantado, representando 49% dos clientes, seguido de bens de consumo com 29%, as outras indústrias representam 22%.   – É interessante ver a surpresa quando os empresários  percebem que o investimento inicial não é alto como era no passado. Esta queda se dá principalmente pela diminuição do preços dos sensores e pelo armazenamento em nuvem, conta Rizzo. Ele explica que o custo médio dos sensores deve diminuir 71% até 2020 em comparação com 2004, e em armazenamento de dados estima-se uma redução média de 80% no mesmo período. Outro motivo para esta queda no valor dos projetos é que hoje as companhias não precisam comprar todos os equipamentos, pois os robôs podem ser alugados.   – Com este modelo de negócio, oferecemos todo o know how do nosso time de engenheiros - que já seria um grande investimento - e as máquinas, mas os custos são diluídos, facilitando o acesso de qualquer empresa às novas tecnologias. Não foi à toa que os projetos de curto, médio e longo prazo dobraram no ano passado em relação a 2016. Tínhamos metas agressivas e todas foram ultrapassadas. O empresário afirma que o ingresso na indústria 4.0 é muito mais do que equipamentos inovadores: a tecnologia é secundária; a disrupção são os novos modelos de negócios com foco no cliente - fazer algo melhor, mais rápido e com um custo menor. As companhias que não colocarem este tema em sua pauta estratégica estarão em risco, pois a velocidade da transformação é grande e existe uma curva de aprendizado.  Será um atraso difícil de recuperar. Fundada há 20 anos, a Pollux é a empresa de tecnologia industrial mais inovadora do Brasil, com mais de mil projetos implementados. Leia todas as publicações de Claudio Loetz​

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"É preciso desmistificar a ideia de que quem deseja vender o negócio porque está com dificuldades", diz consultor empresarial

Por Loetz

17/02/2018 - 15h01

A Pool Consultoria e Assessoria Empresarial dedica-se a intermediar negócios de fusões e aquisições de pequenas e médias empresas em Santa Catarina. Com sede em Florianópolis, também tem escritórios em Joinville e Criciúma. Nesta entrevista, o representante do negócio para a região Norte, Marcos Meyer, explica o que ajuda ou atrapalha uma negociação e aponta características necessárias para uma boa transação. O que faz um empresário querer vender um negócio? É preciso desmitificar a ideia de que alguém deseja vender um negócio porque ele está com dificuldades ou falido. Isso não é verdade. As razões para a venda são variadas. Quatro fatores predominam: a aposentadoria do dono, e falta de sucessão, dedicação a outros negócios, saída definitiva de um dos sócios e mudanças para morar fora do Brasil. Qual é o foco da Pool? Lidamos prioritariamente na intermediação de compra e venda de pequenas e médias empresas com bom potencial de resultados. O que favorece para uma transação dar certo? Duas coisas são decisivas para uma transação dar certo, ou não. Ambas têm o mesmo peso: o preço e as condições de venda. O primeiro fator se relaciona à geração de caixa, o risco do negócio e o prazo de retorno desejado pelo investidor.  O outro tem a ver com o modelo de negócio, o prazo e condições de pagamento, e em qual mercado o empreendimento está inserido. E o que o senhor acredita que atrapalha uma negociação? Especialmente dois fatores: os passivos ocultos e o preço “emocional” que o vendedor quer impor. Aí não funciona. No primeiro caso, quando há situações que não foram claramente esclarecidas durante o processo de negociação com o comprador, pode emperrar as conversações. O segundo ponto é que o preço de venda tem de ser racionalmente colocado na mesa, a partir de parâmetros técnicos. De nada adianta o vendedor argumentar que “vivi minha vida inteira aqui e tenho enorme carinho por isso”. Como também não adianta o comprador baixar o preço exageradamente na expectativa de ser o único a ganhar. Qual é o cenário de negócios numa perspectiva comparativa atual com anos anteriores? O mercado se transformou. De um modo geral, os ativos perderam valor desde 2014. Às vezes acontece do vendedor querer negociar se utilizando de informações comerciais de anos atrás. Na valoração de um negócio, de uma empresa, se analisa os últimos 12 meses. O passado remoto nada interessa. Observar dados macroeconômicos gerais, como as expectativas de PIB e de inflação, e setoriais são fundamentais. Empresas de quais setores são mais procuradas para aquisições? Os setores com maior demanda são os de tecnologia de informação e de cadeia de alimentos. Também há bastante procura por hotéis. Redes hoteleiras fazem prospecção. Isso se explica porque Santa Catarina é percebido como destino de muito boa qualidade de vida e adequada para lazer. E do lado da oferta? Nesta ponta surgem mais restaurantes e comércios, mas com menos procura. Quanto tempo demora, em média, uma venda? O processo de venda demora seis meses, em média. Pode demorar até mais. Dicas para quem quer vender uma empresa: 1) ter certeza de que deseja vender mesmo; 2) buscar uma assessoria profissional apta a compreender as nuances do empreendimento e do mercado. Leia todas as publicações de Claudio Loetz

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© 2017 NSC Comunicação
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