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Os principais acontecimentos de Lages e região.

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Samu

Médicos do Samu reclamam da falta de profissionais em Lages

Por Eduarda Demeneck

12/02/2018 - 09h39

Santa Catarina tem hoje oito centrais de regulação do Samu – Serviço Atendimento Móvel de Urgência. Mas, em Lages, os médicos reguladores têm reclamado da falta de profissionais para atender à demanda. Pela portaria nº 1.010 do Ministério da Saúde a região Serrana que tem 290 mil habitantes, precisaria ter 350 mil para contar com mais um médico regulador por turno. Mas eles afirmam que tem meses em que o número de ligações ultrapassa regiões maiores, como Chapecó, que tem três médicos reguladores por plantão. Na última tabela de ligações que as centrais tiveram acesso, de 2016, a região de Lages atendeu no mês de setembro 6.224 ligações, e Chapecó 6.152. “Todas as demais regiões têm no mínimo dois médicos reguladores, porque eles atingem o número mínimo populacional. Só que Lages pela sua condição em termos de população não atingir ela consegue atingir o número de ligações  que as outras regiões têm. Então a demanda de volume de trabalho por médico é muito maior”, afirma o advogado da categoria, Eduardo Coutinho. Um dos profissionais, que pediu para não ser identificado, diz que muitas ligações ficam represadas e que atendimentos graves, que não podem esperar, acabam sendo prejudicados – “e pode ter casos desse paciente vir a óbito porque a gente não conseguiu encaminhar a ambulância mais rápida pela falta de um segundo médico regulador” – lamenta.  A OZZ, empresa terceirizada que administra o Samu informou que segue o número de médicos reguladores previsto em contrato. Para reforçar a equipe, dependeria de uma negociação entre a Secretaria de Estado e o Ministério da Saúde capaz de alterar a portaria e o contrato. O secretário de Estado da Saúde não foi localizado para comentar o assunto. Mas, na Serra, esse não é o único problema relatado pelos profissionais. Hoje, eles estão trabalhando apenas com uma ambulância avançada. A reserva foi deslocada para São Joaquim para substituir a viatura que estava sem seguro quando se envolveu em um acidente, na SC-114, no dia 11 de janeiro. “Como a nossa reserva foi para lá, nós não temos uma ambulância reserva avançada hoje. Se por ventura der algum problema na ambulância, mecânico, seja lá o que for, a ambulância é baixada e tem que esperar ser consertada para ter novamente uma UTI móvel em Lages”.  Sobre essa situação, a empresa OZZ disse que até agora não foi consertada, porque o processo de reposição está em andamento, mas é demorado porque precisa adaptar um veículo para os serviços médicos. Leia todas as pubilcações de Eduarda Demeneck

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Serra mapeia atrações turísticas para o verão na região

Por Eduarda Demeneck

10/02/2018 - 14h00

A Serra catarinense abre cada vez mais as portas a visitantes, e não apenas durante o período de frio e neve. No verão, o movimento de turistas continua. Há muita gente que aproveita esta época do ano para apreciar melhor o lugar. Um levantamento feito pela Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures) mostra que o fluxo de turistas na região acontece o ano todo. Aproximadamente 1,5 milhão de pessoas passam por hotéis e pousadas da região. No Ano-Novo, por exemplo, todos os meios de hospedagem estavam lotados. Para o Carnaval os estabelecimentos localizados em Bom Retiro, São Joaquim, Urubici e Bom Jardim estão cheios. Em Lages, as pousadas rurais não têm mais vagas para a data. Para estruturar melhor esse turismo, dar mais opções a quem se dirige à Serra e ajudar as cidades a desenvolver potencialidades, a Amures está fazendo um levantamento em todos os 18 municípios da região serrana para auxiliar nessa estruturação.  – É um georreferenciamento, inclui registros fotográficos, registros de filmagens e ficha técnica. Cada cidade vai receber desafios para desenvolver o setor – comenta a turismóloga da Associação, Ana Vieira.  Até agora, esse levantamento foi feito em três municípios – Palmeira, Ponte Alta e Bom Retiro. A intenção é integrar  essas cidades, para que os turistas tenham várias opções de lazer e circule na região.  Na época de calor as cachoeiras são bastante visitadas. Atualmente não há levantamento de quantas existem na Serra. Urubici, por exemplo, tem mais de 80 quedas de água, locais que impressionam pela beleza e atraem milhares de visitantes. Confira algumas opções de quedas d'água na região serrana: CACHOEIRA DO AVENCAL

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Cem mil pessoas são esperadas no carnaval de Joaçaba

Por Eduarda Demeneck

09/02/2018 - 08h52

Joaçaba tem pouco mais de 27 mil habitantes e se prepara para quase quadruplicar o número de pessoas na cidade nos próximos cinco dias. De hoje até a próxima terça-feira (13) são esperadas 100 mil pessoas que vão participar de um dos carnavais mais tradicionais do Estado. A montagem da Avenida do Samba – pintura da pista, arquibancadas e toda a estrutura – para receber as escolas de samba, os blocos e os visitantes já estão quase prontas. Joaçaba se transforma já que o carnaval é feito bem no centro da cidade, na avenida XV de Novembro. O Carnafolia acontece entre os dias 9 e 13 de fevereiro em uma arena de shows montada na região central do município. Já o final de semana reserva noites de muito brilho, cores e alegria. No sábado abre o desfile a pentacampeã Aliança – este ano com o tema “Elo de Amor”. A campeã no ano passado será a única escola a desfilar nesse dia. As arquibancadas serão abertas ás 19h e o desfile previsto para as 21h30min. Depois o trio elétrico entra na avenida do samba para apresentação de duas horas. No domingo, no mesmo horário, acontece o desfile das outras duas escolas que fazem parte da Liga Independente das Escolas de Samba de Joaçaba e Herval d’Oeste (Lesjho), Unidos do Herval, com o enredo “Índio quer apito, se não der, pau vai comer!”, e Acadêmicos do Grande Vale com “O Exército da Paz”. Para participar tem o setor gratuito e para as arquibancadas tem ingressos que vão de R$ 20 a R$ 100. Segundo a Lesjho o carnaval desse ano vai custar R$ 800 mil, dinheiro que vem de empresas e parcerias. A prefeitura de Joaçaba ajuda nos custos das escolas, cada uma recebe R$ 200 mil.  Leia todas as publicações de Eduarda Demeneck

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Instalação de indústria madeireira deve criar 550 vagas diretas em Lages

Por Eduarda Demeneck

08/02/2018 - 10h13

A fábrica Berneck, com sede no Paraná, será construída na Área Industrial Sul, ao lado da ponte do Rio Caveiras, às margens da BR-116. A previsão é que as obras se iniciem em maio e sejam concluídas no segundo semestre de 2019. Na terça-feira, o governador Raimundo Colombo participou da solenidade, no Teatro Marajoara, que marcou o início das instalações da fabricante de madeira na cidade. Na primeira fase do empreendimento o investimento chega a R$ 800 milhões, com a geração de 550 vagas diretas de empregos e possibilidade de chegar a mil. A empresa não é nova no Estado. Em 2010, instalou a primeira planta no município de Curitibanos, vizinho de Lages. – Já ampliamos e hoje geramos 900 empregos lá. Além disso, fortalecemos a nossa contribuição social em outras ações realizadas no município – comenta o diretor presidente da empresa, Gilson Berneck. Segundo o presidente, o que levou à ampliação foi a aposta na localização de Lages, potencial de matéria-prima e mão de obra qualificada. Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini, entre os incentivos concedidos estão o Pró-Emprego, que é um tratamento tributário diferenciado de ICMS para incentivar a vinda de novos empreendimentos a SC, e acesso ao Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec), que nada mais é do que financiamento de capital de giro, a longo prazo e de baixíssimo custo. Leia todas as publicações de Eduarda Demeneck

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Safra tem maçãs menores por causa do inverno menos rigoroso em 2017

Por Eduarda Demeneck

07/02/2018 - 10h37

Uma maçã de tamanho menor é o que o consumidor deve encontrar nas feiras e gôndolas dos supermercados neste ano. A maioria das maçãs que estão sendo colhidas em Santa Catarina é menor do que as obtidas na safra passada. Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Estado, um dos principais motivos para essa redução foi o clima: – O inverno menos rigoroso em 2017 ajudou bastante a desenvolver um fruto menor -  afirma o engenheiro agrônomo Marcelo Cruz de Liz, da Epagri de São Joaquim. Mesmo assim, ele garante que a qualidade da fruta continua a mesma. – Teremos frutas boas para comercialização, para conservação e para atender a todo o mercado brasileiro e até para exportação – assegura o agrônomo. O clima também influenciou na produção. Neste ano, a previsão é uma queda de pelo menos 10%. No ano passado foram colhidas só na região de São Joaquim mais de 400 mil toneladas da fruta. Mesmo assim, o agrônomo acredita que isso não deve impactar na oferta da fruta no mercado, até porque há produtor que não terá quebra na produção. É o caso do fruticultor Tulio Mattos, que pretende colher mais de 5 mil toneladas, o mesmo volume do ano passado. É isso que deve equilibrar a produção ao final. Agora, a expectativa é em relação ao preço. No ano passado, a média foi de R$ 0,90 o quilo, e para a safra de 2018 a expectativa é que esse valor aumente. Tem produtor que mesmo já tendo fruta estocada, espera passar o Carnaval para tentar agregar valor ao produto. – Antes do Carnaval não se consegue vender. Se comercializa pouco e a preço baixo, pois ninguém trabalha nas capitais nessa data – comenta Tulio. Leia todas as publicações de Eduarda Demeneck

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Morre o padre que presenciou a maior nevasca de Santa Catarina

Por Eduarda Demeneck

06/02/2018 - 08h55

Perto de completar 92 anos, no próximo domingo, morreu nesta segunda-feira em São Joaquim o Monsenhor Blévio Oselame. O padre que tinha 91 anos prestava serviços na paróquia da cidade há 62 anos. Ele estava internado há cerca de 15 dias com diagnóstico de infecção urinária, no Hospital Sagrado Coração de Jesus, em São Joaquim. Em coma desde o último domingo, o padre faleceu na manhã de ontem. A missa de corpo presente será nesta terça-feira, às 15h na igreja Matriz de São Joaquim, em seguida o sepultamento irá ocorrer no Morro da Cruz, na cidade. Monsenhor Blévio foi uma das poucas pessoas que ainda estavam vivas e registraram a maior nevasca de Santa Catarina, em 20 de julho de 1957. Ele tinha chegado na cidade em Janeiro daquele ano. No ano passado, em entrevista ao DC, disse que um dos maiores arrependimentos da vida foi ter saído naquele dia de casa: – Jamais poderia ter saído de casa, mesmo de dia, pois não havia ninguém na estrada. Se fosse à noite, não sobreviveria. Como eu era leigo, ignorante das questões da natureza, embarquei nessa fria – disse o religioso. Foram sete horas sem parar de nevar, em alguns pontos o acúmulo de neve chegava a 1,30m. A cidade ficou isolada por uma semana.  Leia todas as publicações de Eduarda Demeneck

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Oito pessoas são flagradas dentro de caminhão baú em Lages

Por Eduarda Demeneck

05/02/2018 - 18h34

Foi através de uma fiscalização de rotina que a Polícia Rodoviária Federal de Lages flagrou oito pessoas, duas mulheres e seis crianças, sendo transportadas dentro do compartimento de carga de um caminhão. Segundo a PRF eles estavam de mudança de Rancho Queimado para Lages. A família estava sendo transportada junto com alguns móveis e eletrodomésticos. - “O pessoal tentou se esconder embaixo de cobertor, mas o policial mandou todo mundo sair. Eles só seguiram viagem porque veio um automóvel de Lages e levou eles”. -  Adriano Fiamoncinni, assessoria PRF. O pai de algumas das crianças, estava na cabine do veículo, ele confirmou que eles estavam sendo transportados daquele jeito porque a família não tinha dinheiro para a passagem. Esse fato aconteceu por volta da meia noite desta segunda-feira (05). O motorista irá pagar duas multas por lotação excedente e por transportar pessoas em compartimento de carga. Como o caminhão estava regularizado foi liberado para seguir viagem. Leia todas as publicações de Eduarda Demeneck

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Polícia confirma que incêndio em escola de Lages foi criminoso

Por Eduarda Demeneck

05/02/2018 - 08h55

A Polícia  confirmou, a partir da análise das imagens de câmeras de monitoramento, que o incêndio na Escola Estadual Francisco Manfroi foi criminoso. Por enquanto, o teor das imagens não será divulgado para não atrapalhar as investigações, segundo o titular da 3ª Delegacia, David de Oliveira Girardi. A gravação mostra que duas pessoas entraram na escola por volta das 2h da madrugada, e o incêndio começou às 3h40min.

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Reprodução

Abuso de autoridade em Otacílio Costa é investigado pela PM

Por Eduarda Demeneck

03/02/2018 - 15h07

A Polícia Militar (PM) investiga suposto abuso de autoridade em Otacílio Costa, na Serra Catarinense. Policiais foram chamados no Bairro Pinheiro, por causa do som alto e teriam agredido moradores da casa. O fato foi filmado pelo pessoal que estava no local. Segundo uma das moradoras, havia seis mulheres e dois homens. O caso foi registrado na corregedoria da PM. Nas imagens, dois policiais, um homem e mulher, entram e logo começa uma discussão por causa do som. Em seguida, o policial começa a dar tapas em um dos moradores, e chega a ameaçar com o cassetete. O caso aconteceu no dia 23 de janeiro, mas o vídeo foi divulgado na última semana. Em nota, o 6º Batalhão da Polícia Militar disse que tem conhecimento do episódio e que ele ocorreu depois que os policiais foram pela terceira vez na casa, após denuncia de perturbação e sossego. E que é totalmente contrária a qualquer tipo de arbitrariedade e ilegalidade. A nota fala que a suposta agressão está sendo investigada em um inquérito policial militar. Os dois policiais que aparecem nas imagens seguem trabalhando normalmente. A PM disse que não vai afastá-los até que tenha informações mais estruturadas sobre o que aconteceu. Sobre entrar na residência, a nota diz que a constituição permite isso quando existe um flagrante - no caso, de perturbação de sossego, que é uma contravenção. 

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Estrada da Serra do Corvo Branco pede socorro

Por Eduarda Demeneck

03/02/2018 - 11h44

Três vezes por semana o fruticultor Kleber Vieira precisa passar pela SC-370, rodovia que liga a região ao Sul do Estado. É pela Serra do Corvo Branco, o caminho mais curto para escoar a produção, que ele leva maçã, ameixa e tomate para Braço do Norte. Até chegar ao destino, no entanto, há um caminho a percorrer entre buracos e barreiras de pedras caídas na pista. A própria estrada, em curvas e considerada uma das mais perigosas de Santa Catarina, já é um desafio. – Não tem guard rail para proteger. Atualmente, está bem abandonado – resume Vieira. As condições da via aumentam os custos do transporte, mesmo assim o produtor prefere utilizar o trajeto mais rápido. A outra alternativa seria pela Serra do Rio do Rastro, aumentando o percurso em mais de 100 quilômetros. Essa realidade poderia ser outra se as obras no trecho de 9,3 quilômetros entre Urubici e Grão Pará não tivessem paradas há dois anos, devido a problema no projeto de execução envolvendo licenças ambientais e Celesc. A revitalização da SC-370 foi iniciada em 2011, dividida em três lotes. No total são 53,4 quilômetros. Os primeiros 20,6 quilômetros foram inaugurados em 2012 e os outros 23,5 quilômetros estão sendo concluídos. Mas esse trecho da Serra do Corvo Branco está praticamente abandonado. A previsão era que as obras, iniciadas há pelo menos três anos, estivessem prontas em abril de 2016. Na época o consórcio que venceu a licitação de R$ 36 milhões abandonou os trabalhos. De acordo com o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), oficialmente o trecho está interditado pelo risco de desmoronamento de pista e de blocos de arenitos. Quem precisa usar o caminho se arrisca. É o caso do transportador de leite Silvio Boing, que mora em Urubici e toda semana enfrenta o trajeto. Além do produto, ele carrega uma pá no caminhão, para usar no caso de haver cascalho mal espalhado na estrada, por exemplo. Ele desembarca do veículo e faz o "conserto" da rodovia ele mesmo.   – Às vezes chove, passa caminhão pesado, cai terra nas valetas e a gente precisa perder um pouco tempo para tirar, senão não passa. A água vai ficando na estrada – comenta. Produtores e moradores de Urubici e Grão Pará fizeram, no sábado, um protesto para  pedir, principalmente, pavimentação ao local. Em agosto, a empresa Prosul venceu a licitação para readequação do projeto. Segundo o fiscal da regional do Deinfra, em Tubarão, Vilson Giassi, é preciso tê-lo em mãos para que as obras possam continuar, e o prazo para a entrega é março. Depois de pronto o projeto, uma nova licitação será feita para contratar a empresa que executará os trabalhos. Por isso não existe um prazo estipulado para que a rodovia fique em condições de tráfego. Turistas enfrentam obstáculos

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